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Anuário
Sindicom traça o desempenho dos setoresde combustíveis e de lojas de conveniência
em 2005
As principais informações
sobre o desempenho dos setores de combustíveis e de lojas
de conveniência, em 2005, estão reunidas na 4ª edição
do “Anuário – Combustíveis & Lojas
de Conveniência”, uma publicação do Sindicom – Sindicato
Nacional das Empresas Distribuidoras de Combustíveis e de
Lubrificantes.
Além de análises numéricas inerentes a estes
mercados, o Anuário traz a visão do Sindicom sobre
o setor, refletida nas palavras do seu presidente, João
Pedro Gouvêa Vieira Filho, e do vice-presidente executivo,
Alisio. J. M. Vaz. Apresenta, ainda, uma análise sobre o
varejo brasileiro escrita pelo especialista da área e diretor
da consultoria Gouvêa de Souza & MD, Marcos Gouvêa
de Souza.
De acordo com a publicação, o mercado
total de combustíveis
obteve em 2005 um modesto incremento de 1,1% em relação
ao ano anterior, movimentando 79 bilhões de litros. A gasolina
contribui com um terço deste volume a mais em 2005, embora
tenha apresentado um moderado aumento de 1,4%. Já o álcool
hidratado, com um aumento de 6,7%, impulsionado pela ascendente
comercialização de carros bi-combustíveis,
e também o GNV – Gás Natural Veicular, com
um crescimento de 22,4%, preencheram os restantes 2/3 deste volume.
Em termos de participação de mercado, as empresas
associadas ao Sindicom registraram uma posição de
77,9% em todos os produtos, cerca de 0,5% maior que em 2004.
Outro destaque do Anuário é o resultado da pesquisa “Perfil
do Consumidor das Lojas de Conveniência – Convenience
Consumer Evaluation (CCE)” – desenvolvida pela Gouvêa
de Souza & MD, em parceria com o Sindicom. A pesquisa traça
um perfil da relação do consumidor com a loja de
conveniência, bem como identifica o processo de compra que
este desenvolve e que culmina com sua chegada ao ponto de venda.
Também faz parte da publicação um estudo
encomendado pela NACS/Coca-Cola Leadership Council sobre os hábitos
e comportamentos dos adolescentes norte-americanos nas Lojas de
Conveniência, conduzido pelo Instituto Clickin Research,
que oferece insights sobre como capturar a próxima geração
de compradores.
Com um faturamento anual superior a R$ 1,3 bilhão, as lojas
de conveniência já dividem com os postos de combustível
a preferência dos consumidores. Até dezembro de 2005,
as 3.453 lojas de conveniência existentes no país
geraram mais de 123 mil empregos diretos e indiretos, e um recolhimento
de R$ 197 milhões em impostos. Até o final de 2006,
a expectativa é que seja ultrapassada a marca de 5 mil lojas
de conveniência em todo o Brasil.
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